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Utopias Concretizaveis

Utopias Concretizáveis é um espaço em busca de um mundo melhor, através dos sentidos, sentimentos e pensamentos da autora, nas suas reflexões intimistas e, quiçá, inspiradoras, marcadamente politizadas.

Utopias Concretizaveis

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26
Fev22

Guerra e Paz

 

world-3043067_1920-1024x666-1-768x500.jpg.

Guerra e Paz é o título de uma obra literária mundial na qual uma das partes do enredo são personagens russas individuais, onde a visão imperial é uma realidade. Temos vivido em relativa paz mundial mas com diversos conflitos locais um pouco por todo o mundo. Nos últimos anos vivenciamos diversos tipos de guerras: biológicas, climáticas, ciberneticas e tradicionais, fazendo destas guerras híbridas. Nas tradicionais ou clássicas, usam-se armas de fogo, tanques, canhões, soldados e existem duas partes: agressor e agredido. Normalmente o fim é trágico para um dos lados, até numa perspectiva pessoal concreta, ou morre um ou outro. A diplomacia é o instrumento mais poderoso tanto para evitar a guerra como para a terminar. O multilateralismo é mais forte do que o unilateralismo. Não podemos pactuar com nenhum tipo de agressões ou agressores, pois o fim e o sentido da vida só se alcança em paz. A guerra é o Inferno. Só quem a vive sabe e muita gente a vive, infelizmente, um pouco por todo o mundo. Só a paz propicia condições sãs para viver, ainda que as circunstâncias possam ser de extrema adversidade. As atuais circunstâncias não são boas e todas as guerras projetam efeitos colaterais negativos sempre, naturalmente, aos quais devem ser ao máximo evitadas e eliminadas, porém dada a duração longa das mesmas os seus efeitos fazem-se sentir e far-se-ão sentir durante bastante tempo. Para que o ódio não seja semeado nem prolifere é preciso uma educação, sensibilização, tolerância, compreensão do mundo que nos rodeia, de todos os seres humanos, das suas culturas, dos seus valores e da paz como valor referencial inegociável número um, o denominador comum obrigatório para a exigência de imposição de direitos humanos universais básicos, como o direito à vida, e à liberdade. PAZ no mundo. Sempre.

12
Fev22

Mundo atual

Pandemic epidmeic endemic.jpg O mundo atual continua igual. As pessoas continuam desamparadas e desconsideradas por um sistema financeiro mundial de tipo especulativo, alheio às alterações climáticas e a qualquer pandemia que exista. O mundo continua doente. Na esmagadoria maioria dos casos, as pessoas vivem na incerteza, para o pagamento mensal das contas, cada vez mais stressadas e desequilibradas, em nome da "produtividade". Enquanto isso o sistema cria a necessidade de educação e especialização cada vez maior sem dar quaisquer seguranças ou contrapartidas ao "consumo" dos anos necessários a esta dedicação, desaproveitando por um lado essas mesmas pessoas e criando-lhes, por outro, outras ilusões. De facto, o mercado de trabalho encontra-se com duas realidades não obstante o denominador comum que os une: a exploração do trabalhador: a realidade do mercado de trabalho não qualificado e a realidade do mercado de trabalho qualificado. Se os primeiros estão a desaparecer com a robotização, os segundo também se encontram em vias de extinção graças à automação, big data e IA. Fica apenas um nicho, o dos ultramilionários, o mercado de trabalho ultra-qualificado, só que esse, ou é sorte ou posição social adquirida. Daí que o mundo atual continua igual, depois de uma pandemia que ceifou a vida a milhões de pessoas em todo o mundo e deixou sequelas em mais milhões ainda. Pouco ou nada aprendemos. O valor das sociedades infelizmente continua a ser exclusivamente um: o dinheiro. Só que esse não compra tudo....

Assim, assistimos continuadamente à perpetuação de uma organização social das comunidades bem como de um saber da humanidade acumulado, que joga pouco com o sentido e as necessidades reais das pessoas, com tudo o que essa perpetuação e organização social trás de bom, que é muito, e de mau, que é pouco, dada a cada vez maior tendência de paz no planeta, não obstante pontuais desequilibrios, guerras e quase-guerras no mundo, desde a 2a guerra mundial pois esta não é atrativa nem para a geofinança dominante nem para os líderes políticos (cientes que estão do poderio científico de acabar com o planeta e a humanidade num piscar de olhos), muito menos, e sobretudo, para os humanos, o cidadão comum, pois que a sua luta é apenas a da sobrevivência e da melhoria progressiva das suas condições de vida materiais.

Por conseguinte, o mercado de trabalho fica caracterizado por uma necessidade constante de atualização do saber, dado o progresso tecnológico, usualmente a maior aposta da geofinança, bem como da tão secular lei da oferta e da procura. Assim, dadas as condições oferecidas pelos empregadores, dada a localização geográfica dos postos de trabalho ( fora das grandes metrópoles, só há trabalho em fábricas tradicionais, que naturalmente precisam de espaço físico para a sua atividade económica, espaço esse que além de escassíssimo nas urbes é extremamente elevado), dada a falta de aptidão das pessoas, fruto de sistemas de ensino assentes na memorização de sebentas, o mais estável e mais bem remunerado é, obviamente, a função pública. A pessoa não precisa de se preocupar em captar clientes, em desempenhar o seu trabalho, em lidar com todas as burocracias inerentes à sua atividade profissional, em descontar para a segurança social, em antever crises e programar-se de acordo com elas, etc, etc, etc. Podemos, assim, afirmar que o mercado laboral se divide em dois blocos: o bloco estático e seguro da função pública e o bloco dinâmico e inseguro do mercado stricu sensu. No seguimento, poderemos adiantar que, nos dias de hoje, julgo que só os médicos poderão dizer que são médicos, (no sentido substantivo), dada a eterna e elevada procura pelos mesmos, ao passo que todos os outros se deverão apresentar como verbos: cozinheiros, rececionistas, motoristas, advogados, contabilistas, marketeers, pois apenas o são enquanto exercem a função, e, não pertencendo a quadros estatais nem à classe médica, somente poderão afirmar que estão, dada a volatilidade e incerteza reinantes no mundo aos dias de hoje....Um mundo onde o homem é o lobo do homem, infelizmente.

08
Fev22

Portões da casa comum abertos ao mundo

 

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Bill Gates, o homem que fundou o mundo contemporâneo com a revolução dos sistemas operativos da sua empresa (a Microsoft) para os computadores nos anos 80, é um homem a quem se deve prestar admiração, respeito e agradecimento. Gates, para além da construção da sua riqueza estratosférica fruto exclusivo do seu trabalho esforçado e dedicado é também um homem com dois dedos de testa, e, por isso, é aqui objeto dedicado este texto. Por três motivos fundamentalmente: em primeiro lugar, por estar à frente de uma fundação com o seu nome que ajudou e revolucionou o mundo africano, enquanto filantropo, preocupado com as causas sociais e económicas, preocupado plenamente com o mundo que o rodeia e com os mais injustiçados do planeta, em segundo lugar, pelo seu alerta relativamente às causas ambientais, às alterações climáticas a que já assistimos e que nada fazemos perante as mesmas para as combatermos e em terceiro lugar, pelo seu alerta relativamente à probabilidade de novas pandemias no futuro, mais letais, mais prolongadas, mais dificeis de combater. Quanto a África a questão é complexa mas podemos contudo afirmar que há saltos civilizacionais, etapas, que podem ser eliminadas relativamente às questões económico-produtivas do continente (e isso já se vem verificando, não só no continente como também nos recursos humanos qualificados que saem do seu vasto território) tal como podemos afirmar que a fome só não é combatida por falta de coordenação e esforço político mundial para tal. Quanto à questão das alterações climáticas é verdade que Bill Gates tem interesses especiais no assunto, apostando forte numa nova era nuclear adaptada e, por isso, não podemos deixar de salientar que este é um problema que o mesmo assume ser peremptório alterar (sob pena de extinção da própria Humanidade, acrescento eu) sensibilizando o mundo para esta situação premente, ou já designada de nova pandemia, (ou a pandemia silenciosa, julgo eu, melhor qualificá-la nestes termos). E quanto à questão da probabilidade de uma nova pandemia assolar o mundo é, de facto, uma questão real, não só porque pode ser contextualizada num sentido de que as suas causas poderão ser movimentos bélicos biológicos, guerras biológicas, ou então acidentais, como a que sucedeu com a que estamos a viver, seja em contexto de erro humano, negligência, seja em contexto de dolo, como acontece, por exemplo, como causa da desflorestação amazónica.Relativamente à pandemia a própria ONU tentou sensibilizar os decisores políticos para a necessidade de se criar um fundo que sirva o propósito de preparar, investigar, organizar, gerir melhor qualquer hipotética pandemia. Porém, infelizmente, ninguém está interessado em abrir os cordões à bolsa. Deveremos prestar atenção a Bill Gates? Sim!! Um homem extraordinário como Bill Gates deve ser escutado como se de um senador mundial se tratasse, não pelo dinheiro estratosférico que tem, e que doa, mas porque é um homem simples, humilde, com os pés assentes na terra, com dois dedos de testa e sobretudo, com bom coração e curiosidade e sabedoria infinita! A casa comum tem com este homem os portões abertos ao mundo!

07
Fev22

Um número apenas

age.jpg A monarca com mais tempo no poder enquanto rainha vai abdicar do trono antes da sua morte, aos 95 anos. As sociedades desenvolvidas com o estado de bem estar, progresso e desenvolvimento a que chegámos no último século aumentaram exponencialmente a esperança média de vida, nas quais a monarca é um dos melhores exemplos. Se devemos verificar a complexidade da questão da longevidade em termos sociais também devemos caracterizar as alterações sociais que foram trazidas pela mesma e não o deveriam ter sido. Passo a explicar: A rainha subiu ao trono com 25 anos de idade, facto que, na história da monarquia de per si, não é nada de estranho ou anormal, tendo sido muitos os que ficaram na história dos seus países e na história mundial com ascensões mais rápidas e precoces. A idade é, por isso, tão simplesmente, um número. A história está repleta de famosos em todos os quadrantes que marcaram o mundo com idades bastante reduzidas, alguns até que partiram cedo demais. Se passarmos a prestar atenção verificaremos que esta afirmação é um facto. Por isso, ainda que a inexperiência possa ser um facto desvantajoso, a idade por si só, não o é e não o pode ser. Ninguém quer ter rugas na cara e aparentar ancião para só a partir daí ter credibilidade, respeito e vida própria. Se nos lembrarmos de como éramos com 13, 14, 15 anos recordaremos que já éramos pessoas com consciência formada, com opiniões próprias, com vontades autónomas suficientemente fortes para enfrentar a vida. Os adolescentes não são crianças, são jovens adultos com tudo o que isso trás de bom e que as sociedades actuais moldam, desvalorizam, descaracterizam e desaproveitam. Nesse sentido, achar que uma pessoa só deve ser "considerada" após os 25/30 anos é um erro crasso da sociedade em geral e de quem o comete. Reafirmo: a rainha subiu ao trono aos 25 anos de idade. Poderiam ser dados vários argumentos justificativos e explicativos para o facto, verdade é que desempenhou o seu papel, foi respeitada e é, porventura, a mulher mais influente do mundo, e quiçá a pessoa mais importante do mundo ocidental! A sua posição social levou a que os Estadistas de todo o mundo com ela tivessem privado pessoalmemte, privilégio realmente só concedido a alguns. Recordo que, até por volta da segunda metade do século XX, os homens aos 18, 19, 20, 21, 22 anos eram já respeitados enquanto adultos, senhores estimados, trabalhadores indefectíveis, e o mesmo valendo para as mulheres. Com o progresso e desenvolvimento, a organização das sociedades foi infantilizando a adolescência e idade adulta ao espartilhá-la em papéis sociais e comportamentais outrora jamais existentes. Se os 60 são os novos 50, os 50 os novos 40 e os 40 os novos 30, esta forma, esta expressão, para esconder um dado que é absolutamente biológico, a idade, e retardecer o envelhecimento do ser humano, porque motivo as sociedades se tornam gerontocráticas na sua visão, no seu pensar e no seu caracterizar global quando o que seria mais preciso seria valorizar, reforçar, empoderar, independentizar e responsabilizar franjas da população promissoras, em idade fértil, em idade de força física e resistência, para que as sociedades elas próprias beneficiassem com isso globalmente? Acaso alguma "criança" do antigamente que ficou para a história o ficou por ser criança? Tenho a certeza que não....

04
Fev22

Geofinança tecnológica esmagadora

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As sociedades atuais vivem intrinsecamente ligadas à geofinança, à  transferência de dinheiro em quantidades monumentais de partes de globo para outras, normalmente associadas a tax havens e detidas por fundos financeiros, à distância de um clique. O neoliberalismo tornou as sociedades mais selvagens onde a busca do lucro constante é notória. As pessoas gastam o mínimo, poupam o mínimo e tentam investir e maximizar cada grão de poupança que conseguem alocar para esse efeito numa busca desenfreada, mesmo depois da existência de alguns graves escândalos financeiros verificados ao longo das últimas décadas da qual o caso Madoff é apenas o grão de areia mais mediático desta cena internacional. Obviamente esta mentalidade estupidamente gananciosa se encontra presente mais em determinadas culturas e menos noutras. Mas a chave central é sempre uma, apenas e só: o dinheiro. A crescente influência e poder dos fundos de investimento globais é sua consequência: apostam o grão ou o milhão do cidadão anónimo ao investidor profissional mais mediático em diversos sectores de actividade e marcar mundiais que são tidas como eternas, como, por exemplo, a coca cola, ou as mais promissoras como a Noi (chinesa dos carros eletricos). O fim é o imediatismo e maximização dos lucros dos investidores, porém o feitiço vira-se contra o feiticeiro. Com o aumento populacional mundial, a  entrada do género feminino no mundo do trabalho a que assistimos nas últimas décadas simultaneamente a uma crescente e atual automação e robotização industrial, o valor da mão de obra, independentemente de ser pouco ou nada qualificada ou muito qualificada esmagou-se. Os trabalhadores por conta de outrém, independentemente de serem médicos, engenheiros, professores, ou carpinteiros, têm sempre um salario regular que raras vezes passa um determinado tecto e quanta mais oferta nesse sector houver mais esmagado é o valor da sua remuneração. Também com a entrada das mulheres no mercado de trabalho, o próprio salário do género masculino sofreu um declínio, uma vez que antigamente era o salário do homem o único sustento da (larga) família, que chegava e sobrava, e aos dias de hoje é quase raro encontrar equivalente nos pares masculinos. A geofinança veio impor estilos de vida que aparentemente se consideram alternativos quando na realidade se traduzem no esmagamento das remunerações dos cidadãos em geral e em qualquer parte do mundo, e num conjunto de liberdades coartadas ao cidadão, como o direito a escolher viver sozinho ou em casal, na cidade ou no campo, sozinho ou acompanhado. Hoje em dia é quase obrigatório partilhar casa, seja familia seja não família, pois os valores habitacionais foram um dos alvos fáceis da especulação destes fundos predadores, especialmente nas grandes metrópoles, tal como é quase obrigatório viver numa grande cidade, onde há naturalmente um imenso fluxo laboral em todas as direcções e sectores de actividade. Paralelamente, a automação e robotização veio acabar com a necessidade de mão de obra, nomeadamente mão de obra menos qualificada traduzindo-se isso também num esmagamento salarial, num mercado de trabalho instável e doente (a que as sociedades chamam de flexível), num descontentamento social crescente que mais cedo ou mais tarde quebrará um determinado nível de coesão social e uma determinada classe social estável, a classe média, que entretanto, desaparecerá....Este darwinismo social gritante tem de ser regulado e refletido sob pena de males maiores estarem à espreita, pois a geofinança tecnológica esmagou-nos a todos, excepto aos poucos (multi)milionários acidentais do mundo...

03
Fev22

A infeliz farsa da moda ecofriendly

meio-ambiente.jpeg A infeliz farsa da moda ecofriendly é uma verdade. Ela é infeliz por ser uma farsa e é uma farsa porque se deve a um conjunto de circunstâncias que não colocam no centro do seu foco as preocupações ambientais verdadeiras mas apenas o egoísmo pessoal das mentalidades pobres individuais. O ser humano multiplicou-se de forma exponencial nas últimas décadas. Alcançou, igualmente, níveis de conforto pessoal, de estilo de vida, nunca antes alcançado. Mas isso teve custos, para o planeta e para as pessoas, que se foram vendo obrigadas a ter um estilo de vida crescentemente exigente, de muito trabalho, quotidianamente, para obter um conforto digno. A exploração dos recursos naturais do planeta foi, assim, igualmente, consequentemente, exponencial. Nessa sequência surgiram várias vozes de verdadeiros amantes da natureza e de um estilo de vida diferente daquele que a convenção social impunha e impõe. Com o tempo e o contínuo crescimento demográfico aliado a um maior abuso na utilização dos recursos naturais, a comportamentos ambientalmente nocivos e até criminosos, foi paralelamente crescendo uma consciência do exagero desses comportamentos por parte do homem na exploração da Mãe Terra. A consciência ambiental tornou-se uma moda. E assim, em vários países ocidentais se passaram a adotar medidas de minimização da pegada ambiental individual, claramente insuficientes a combater o desequilibrio provocado pela pegada ambiental individual e colectiva. Passo a explicar: de entre as industrias mais poluentes temos a industria alimentar, a industria têxtil e a industria de transportes (sobretudo marítimo e aéreo). Com a globalização estas industrias e a deslocalização de algumas delas veio provocar uma degradação enorme nos nossos oceanos, territórios e no ar que respiramos. Pouco adianta reciclarmos meia dúzia de embalagens de uso doméstico se não abdicamos de encomendar o mais diverso "lixo" da moda da China, a fábrica do mundo, no nosso quotidiano. A plastificação da sociedade tornou-se uma realidade, tanto a plastificação material, de objectos, quanto a plastificação mental e espiritual, do usar e deitar fora, do superficial e futil. Ora esta plastificação espiritual levou a uma degradação de valores maiores e à ascensão de valores e comportamentos como o egoísmo, o hedonismo, o laxismo, o raquitismo de mentalidade que aproveitou uma industria florescente da moda do ecofriendly por estes motivos...Não se trata de uma verdadeira preocupação ambiental, mas tão só no espírito da escassez e da pobreza enquanto causas para adesão a este estilo de vida. Naturalmente, todo mundo gostaria de viver sob o céu noturno mais bonito do mundo e acordar sob uma das paisagens terapêuticas mais deslumbrantes do país, mas justificar essas mudanças por motivos de dinheiro é completamente deturpador do espirito livre da escolha assente na real preocupação ecológica. Viver com sustentabilidade sim, mas sempre com o conforto e a dignidade que o progresso e desenvolvimento económico nos trouxe. Fora disso, um amor e uma cabana à luz das velas é muito bonito, apenas na teoria, tornando-se uma farsa infeliz esta moda ecofriendly...

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