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Utopias Concretizaveis

Utopias Concretizáveis é um espaço em busca de um mundo melhor, através dos sentidos, sentimentos e pensamentos da autora, nas suas reflexões intimistas e, quiçá, inspiradoras, marcadamente politizadas.

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27
Dez23

Portugal Fracassado - Parte II

22581610_TeRMV.jpegChegados ao Estado Novo eis que o algoritmo me prega uma partida e me amordaça.... Mais de metade da reflexão anterior ao ar. Mas não, não no pensamento....Continuemos (não com o texto ora elaborado, mas com outro, eventualmente mais curto e mais pobre): Chegámos ao Estado Novo vítimas do nosso fracasso durante a I Republica por falta de força das instituições republicanas, por falta de força de um constitucionalismo reforçador e reformador dos poderes publicos, da sua separação e interdependência, e, sobretudo, por falta de condições, pois substituir um rei por vários egos, numa pátria sem povo, daria, naturalmente, asneira, como deu...Fomos à bancarrota. Foi o que nos levou a fazer ascender uma figura que conseguia equilibrar as contas publicas do Estado, um professor universitário de finanças publicas da academia coimbrã. Nada supreendente portanto. Durante o Estado Novo houve de facto, alguns, poucos, desenvolvimentos, em infraestruturas que não existiam, ao contrário dos outros países onde já existiam há mais tempo, pouco desenvolvimento no principal gerador de riqueza de um país: o povo, e o amordaçar das pessoas, impondo-lhes uma religiosidade questionável, um entretenimento para os distrair quotidianamente, e uma crença altamente limitante enquanto colecividade, nas suas mentes, consciente e inconscientemente ( o "fado", enquanto voto e desígnio da "honrosa" (?) pobreza). Espoliamos as colónias, matamos e saímos da ditadura por força da vontade de viver e por força também do descontentamento do lado de quem tinha o poder para se descontentar e fazer algo contra isso: os militares. O fracasso continuou. Temos 5 décadas de democracia, o país evoluiu muito. Abandonámos as colónias, virámo-nos para a Europa e aí fizémos todo o nosso caminho. A partir daqui é responsabilidade nossa o nosso atraso, o nosso atavismo cultural, económico e social. Somos, felizes e pobres, portadores de uma ideologia única, da extrema esquerda à extrema direita somos todos sociais democratas, uns sem, outros com religião à mistura....

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